Contar para existir: a comunidade LGBTQIAPN+ nas estatísticas

NOTAS

Notas

Esta apresentação é fruto de uma pesquisa feita em grupo que conduzi dentro do PET Estatística para apresentar na 1ª Semana Científica LGBTQIAPN+, evento idealizado pelo PET Geografia.

O que verá aqui é o resultado de um trabalho árduo de levantamento, tratamento, análise e vizualização de dados.

Introdução

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Motivação

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Imagine tentar contar a história de uma cidade sem mencionar um terço de seus moradores. Ou desenhar um mapa com buracos gigantes onde deveriam estar ruas, casas e pessoas. Isso é exatamente o que acontece quando não coletamos dados.

A importância dos dados

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A importância dos dados

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  • Elaboração de políticas públicas

identificam subnotificação de crimes de ódio contra a comunidade LGBTQIAPN+

A importância dos dados

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  • São documentos históricos

dados são também uma fotografia do momento atual; com eles podemos entender melhor sobre o passado, saber quem somos e para onde podemos ir

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Censo de 1872 da cidade de N. S. da Conceição de Manáos

Apagamento

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Apagamento

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  • os povos indígenas só foram recenseados a partir de 1991

Apagamento

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  • a SEJUSP possui um painel dinâmico sobre LGBTfobia, por um bom tempo ele ficou indisponível.

Apagamento

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  • dificuldade em se obter os dados.

  • o primeiro levantamento feito sobre orientação sexual feito pelo IBGE foi realizado em 2019. Nele não há registros sobre identidade de gênero.

Violências contra a comunidade

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Ao redor do mundo

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A International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association (ILGA) é um conjunto de organizações que lutam pelos direitos das pessoas LGBTQIAPN+. Em sua página, divulgam diversas notícias, e dados sobre o assunto.

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Violência no Brasil

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Anualmente o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulga o atlas da violência. Um relatório que aborda a violência contra diversos grupos sociais, incluindo a população LGBTQIAPN+.

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LGBTfobia em Minas Gerais

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) é o órgão do estado de Minas Gerais que disponibiliza dados de crimanalidade no estado. A sua base de LGBTfobia tem dados a partir de 2016

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Município Taxa
Fernander Tourinho 3.6
Chácara 3.2
Dom Vicoso 3.2
Cordislândia 3.1
Maripá de Minas 2.9

LGBTfobia em Uberlândia

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Casamentos

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Contextualização

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  • Primeiro reconhecimento veio por uniões civis/registradas, com direitos limitados.

  • Desde 1989, cresce o número de países que permitem casamento entre pessoas do mesmo sexo.

  • O casamento entre pessoas do mesmo sexo garante acesso igualitário aos direitos, deveres e proteções tradicionalmente reservados a casais heterossexuais.

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Casamentos no Brasil

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A união estável entre pessoas do mesmo gênero foi permitida em 2011 no Brasil. Contudo, só em 2013 ocorreu a legalização do casamento homoafetivo, só a partir desse momento a obtenção desses dados se tornou possível.

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O novo sempre vem

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Luiz André e José Sergio foram o primeiro casal homossexual no Brasil a obter uma certidão de casamento

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Diferente dos outros (1919) foi o primeiro longa-metragem LGBTQ+ da História

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A Marcha pela Cidadania de 1995, é considerada a primeira parada LGBT do Brasil

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Parada LGBT de São Paulo - 2007

Referências

  1. IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
  2. ILGA - International Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Intersex Association
  3. SEJUSP - A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais
  4. IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada